A felicidade é um instante de êxtases
Do êxito de um objetivo alcançado
Momentos da magia dos médios e rápidos prazeres
De um sonho realizado
A felicidade é apenas um grão
No nosso instinto de conquistas
E a tal felicidade fugirá pelas mãos
A felicidade é sempre o próximo objetivo a vista
A felicidade é um fragmento instantâneo de pouca clareza
Ninguém destituido do egoísmo pode dizer-se feliz completamente
Quando em algum lugar por pouco menos é rompida de uma criança a Pureza
E diluído na miséria os sonhos de muita gente
“E eu também fico triste quando chega o carnaval”
"O que me preocupa não é o grito dos maus e sim o silencio dos bons." (Martin Luther King)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
É BOM TER SAUDADES
BEM DISTANTE O HORIZONTE
REFLEXO DA RETINA AS IMAGENS MAIS BELAS
A SAUDADE É O CAMINHO PERMANENTE NA MENTE
MEUS DESEJOS ME CRIAM IMAGENS PARALELAS
COMO É BOM E AS VEZES ARDENTE
TER SAUDADES MESMO SUCUMBIDO
DA VONTADE DE VOLTAR ANDAR E ALCANÇAR O MONTE
AVISTAR O OUTRO LADO DO MEU SONHO ADORMECIDO
MAQUIADO NO SORRISO E IMBUIDO NAS DORES
MAS TER SAUDADES É BOM MESMO QUANDO FICAMOS FRAGEIS
SAUDADES DOS LUGARES, DOS AMIGOS E DOS AMORES
TENHO VONTADE DE DESPERTAR DO SONHO
ACORDAR O SER AMANTE E OS SERES CAPAZES
DE DESLUMBRAR A SAUDADE ALEM DO HORIZONTE AMADO
É BOM TER SAUDADE!
REFLEXO DA RETINA AS IMAGENS MAIS BELAS
A SAUDADE É O CAMINHO PERMANENTE NA MENTE
MEUS DESEJOS ME CRIAM IMAGENS PARALELAS
COMO É BOM E AS VEZES ARDENTE
TER SAUDADES MESMO SUCUMBIDO
DA VONTADE DE VOLTAR ANDAR E ALCANÇAR O MONTE
AVISTAR O OUTRO LADO DO MEU SONHO ADORMECIDO
MAQUIADO NO SORRISO E IMBUIDO NAS DORES
MAS TER SAUDADES É BOM MESMO QUANDO FICAMOS FRAGEIS
SAUDADES DOS LUGARES, DOS AMIGOS E DOS AMORES
TENHO VONTADE DE DESPERTAR DO SONHO
ACORDAR O SER AMANTE E OS SERES CAPAZES
DE DESLUMBRAR A SAUDADE ALEM DO HORIZONTE AMADO
É BOM TER SAUDADE!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Você é realmente livre?
A melhor definição de liberdade que encontrei em um dicionário explica da seguinte maneira: “O ato de ir e vir, ou tomar decisões sem quaisquer restrições”. No entanto muitos entremeios podem cercear a “liberdade”; dentre esses, muitos se tornam natural e as vezes nem percebemos que o limite da nossa liberdade acaba ali. Em algumas situações obviamente louváveis e precisas como: questão de bom senso, de educação, leis entre outras. Mas muitas dessas formas de limitar o ser humano nada mais são do que objetivos paralelos da vida e que são transformadas em atos essenciais para a sobrevivência em um determinado grupo . Exemplos como moda, opções de lazer, comida, religiões e até mesmo profissões acadêmicas tem intensificado seus moldes de maneira mercadológica e de concentração de poder no mundo atual. A propaganda tem se tornado uma arma eficaz na perpetuação ideológica de cada um desses itens. As pessoas vão se concentrando em grupos ou classes como são “NATURALMENTE” direcionadas .
A busca pela forma ideal de beleza, a roupa da moda as comidas finas ou saldáveis. Cinema ou teatro? Livro ou novela? Cerveja ou uísque ? Tênis ou futebol? Tudo isso reflete um padrão de vida.
As religiões principalmente cristãs têm seu crescimento continuo mesmo anterior ao imperador romano Constantino usá-la para fortalecer seu poder contra as invasões bárbaras. Em 380 D.C o imperador Teodósio I decretou o Cristianismo como religião oficial do império que naquele tempo era supremo no mundo ( diga-se de passagem: a conversão de Roma ao Cristianismo teve seu mérito no âmbito político e não puramente na fé; no entanto acredite no que você acha certo). O Cristianismo propõe suas opções à humanidade: Ela crê e segue as leis bíblicas e vai para o paraíso ou do contrario estará fadada ao inferno. Essa filosofia de vida proposta foi uma estratégia antiga que não foi abandonada, mas diluída em formas mais sutis de convencer as pessoas a se converterem a uma vida baseada nos propósitos supostamente bíblicos. A propaganda e programas das religiões cristãs, por exemplo, tem se tornado uma constante nos veículos de comunicação em massa e no financiamento de produções cinematográficas ligadas à religião. No entanto muitas doutrinas são deliberadamente humanas e as pessoas começam a seguir um padrão determinado por indivíduos que a maioria dos seguidores considera sábios, verdadeiros e até mesmo profetas de Deus. Muitas pessoas começam a viver num mundo paralelo e ortodoxo o que era geralmente praticado em sua maioria em algumas religiões de regiões originárias da áfrica e Ásia. Passam a considerar a forma de vida fora do seu grupo como “impuro” e às vezes deixam de participar de decisões importantes na sociedade como política , meio ambiente etc.
Antigamente a profissão acadêmica se valia pelo glamour da formação, da predeterminação e talento vocacional do formando. Mas o mundo se globalizou e se tornou universalmente capitalista onde é importante ganhar dinheiro e gasta-lo na mesma proporção ou as vezes até mais (considerando as dividas que se acumulam no processo de comprar mais e mais). Nesse apetite “voraz do consumismo compulsivo” a universidade se tornou o ponto inicial para a qualificação para uma profissão que possa ser altamente recompensada e assim o individuo poderá suprir as suas necessidades e por vezes até “mudar de grupo” ou classe. A estratégia dos institutos de educação privados propõem nas propagandas exatamente a linha do mercado para convencer que oferece ali o bem sucedido futuro. A publicidade é maciça e incessante. E pouca gente procura se formar pelo instinto da vocação, mas sim, pela recompensa que ganha o profissional que o mercado necessita.
Assim nos tornamos marionetes de um sistema que instiga a vaidade ou propõe o céu conforme suas necessidades de existência, resistência e poder.
Com isso e entre outras coisas mais; podemos concluir que a liberdade seria apenas um estado de espírito? Talvez nem isso.
A busca pela forma ideal de beleza, a roupa da moda as comidas finas ou saldáveis. Cinema ou teatro? Livro ou novela? Cerveja ou uísque ? Tênis ou futebol? Tudo isso reflete um padrão de vida.
As religiões principalmente cristãs têm seu crescimento continuo mesmo anterior ao imperador romano Constantino usá-la para fortalecer seu poder contra as invasões bárbaras. Em 380 D.C o imperador Teodósio I decretou o Cristianismo como religião oficial do império que naquele tempo era supremo no mundo ( diga-se de passagem: a conversão de Roma ao Cristianismo teve seu mérito no âmbito político e não puramente na fé; no entanto acredite no que você acha certo). O Cristianismo propõe suas opções à humanidade: Ela crê e segue as leis bíblicas e vai para o paraíso ou do contrario estará fadada ao inferno. Essa filosofia de vida proposta foi uma estratégia antiga que não foi abandonada, mas diluída em formas mais sutis de convencer as pessoas a se converterem a uma vida baseada nos propósitos supostamente bíblicos. A propaganda e programas das religiões cristãs, por exemplo, tem se tornado uma constante nos veículos de comunicação em massa e no financiamento de produções cinematográficas ligadas à religião. No entanto muitas doutrinas são deliberadamente humanas e as pessoas começam a seguir um padrão determinado por indivíduos que a maioria dos seguidores considera sábios, verdadeiros e até mesmo profetas de Deus. Muitas pessoas começam a viver num mundo paralelo e ortodoxo o que era geralmente praticado em sua maioria em algumas religiões de regiões originárias da áfrica e Ásia. Passam a considerar a forma de vida fora do seu grupo como “impuro” e às vezes deixam de participar de decisões importantes na sociedade como política , meio ambiente etc.
Antigamente a profissão acadêmica se valia pelo glamour da formação, da predeterminação e talento vocacional do formando. Mas o mundo se globalizou e se tornou universalmente capitalista onde é importante ganhar dinheiro e gasta-lo na mesma proporção ou as vezes até mais (considerando as dividas que se acumulam no processo de comprar mais e mais). Nesse apetite “voraz do consumismo compulsivo” a universidade se tornou o ponto inicial para a qualificação para uma profissão que possa ser altamente recompensada e assim o individuo poderá suprir as suas necessidades e por vezes até “mudar de grupo” ou classe. A estratégia dos institutos de educação privados propõem nas propagandas exatamente a linha do mercado para convencer que oferece ali o bem sucedido futuro. A publicidade é maciça e incessante. E pouca gente procura se formar pelo instinto da vocação, mas sim, pela recompensa que ganha o profissional que o mercado necessita.
Assim nos tornamos marionetes de um sistema que instiga a vaidade ou propõe o céu conforme suas necessidades de existência, resistência e poder.
Com isso e entre outras coisas mais; podemos concluir que a liberdade seria apenas um estado de espírito? Talvez nem isso.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Seu Coração Numa Janela ( Chip)
O novo terá o mesmo tempo anterior?
Os dias remontam a estrada de ida,
E as partidas constroem a dor,
E me lembrarei das nossas distancias tão próximas,
O tempo se fará saudade,
E não me esquecerei dos seus telefonemas,
Mas não é a partida,
Nem a estrada que te emudece,
Mas a sua esperança diluída!
Os muros que fisicamente te limitam,
Espero que não limite seus sentimentos,
Pois os meus jamais cessaram,
Há muito tempo te entreguei o meu coração;
E eu descobrir o seu numa janela ( chip),
Nossa estrada recomeça na sua mão;
“ Por tanto amor, quando a chuva passar”,
A brisa do final de tarde me trará de volta,
E você deve deixar a janela (chip) aberta para eu entrar.
Edinaldo Soares
O novo terá o mesmo tempo anterior?
Os dias remontam a estrada de ida,
E as partidas constroem a dor,
E me lembrarei das nossas distancias tão próximas,
O tempo se fará saudade,
E não me esquecerei dos seus telefonemas,
Mas não é a partida,
Nem a estrada que te emudece,
Mas a sua esperança diluída!
Os muros que fisicamente te limitam,
Espero que não limite seus sentimentos,
Pois os meus jamais cessaram,
Há muito tempo te entreguei o meu coração;
E eu descobrir o seu numa janela ( chip),
Nossa estrada recomeça na sua mão;
“ Por tanto amor, quando a chuva passar”,
A brisa do final de tarde me trará de volta,
E você deve deixar a janela (chip) aberta para eu entrar.
Edinaldo Soares
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Liberdade

Não há liberdade pois não sabemos voar
Posso subir ao topo da montanha e de la despencar
Mas eu não tenho asas para me equilibrar além do firmamento
Então a liberdade é só do pensamento
Eu sou livre mas não tenho grana
Então eu só posso caminhar
E e eu não tenho passaporte e nenhuma fronteira
Eu poderei cruzar
Que me valha as asas então
E um escudo para evitar a artilharia de um falcão
Então a liberdade é só do pensamento
Com ele vou como o vento
Até o arbítrio de minha cresça lastimar
Então mesmo no pensamento liberdade não há.
Autor: Edinaldo Soares
Amores

Era a noite o princípio
Lado oposto da felicidade
Ironicamente meu canto mais quisto
Zerando todo o resto só sobra saudade
Aromas ao vento do longinquo
Belas palavras fazem insano o coração
Especialmente aos que profanam o sentimento
Tanto e inflamando a emoção
Habitando por dentro constante no pensamento
Varias horas sobre a pedra
A margem do rio me proporciona o outra margem
Não; o amor não estava lá nem cá
E num preságio não vejo sua imagem
Santa bela e cândida
Suavemente presente sem passagem
Árduo fim de uma despedida
Morada do amor pacífico
Ordenado pela distancia
Nascido com o tempo
Incompreensivo pela diferença
Compatível por si gostarem em demasiado
Amar começa no meio com todo resto e sua importância
Já de imediato aflorado e incandescente
Avassaladores e vulcânicos
Naturalmente se acalma a tempestade
Amantes dos desejos e dos afagos
Irradiante e carinhosamente
Namorados sempre e apaixonados
Andarilhos dos sonhos e prisioneiros da saudade
Autor: Edianaldo Soares
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Poema Para iluminar uma estação

Era um dia de festa e de verão: eu continuava na sala
Alinhando a noite o dia e a solidão bravia
Faltou-me um sol e a manhã de uma sexta-feira
Faltou -me as rosas e os jasmins da primavera
As folhas no outono caem e cobrem as ruas
E eu só tenho o um quintal
Do sofá eu ouço uma voz feminina
Há agora uma lembrança que expira o mal
É no frio do inverno que a minha alma adormece
Não é aquela voz nem aquela menina
Todo o dia e a noite
Toda noite e o dia...
Nem um raio do sol ultrapassa a janela
E nos meus sonhos eternos eu vejo sempre um rosto
Um instante em que uma luz me ilumina
Autor: Edinaldo Soares
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